44. VIDA DE ANTÔNIA - PARTE 14: TCHISSOLA - 14.6, A MISSÃO DE PIO
A MISSÃO DE PIO
e ele se recompôs rapidamente, sem tirar os olhos
dela, e assim falou, com uma entonação firme na voz,
“Mas eu fui incumbido de uma missão na vila próxima,
que está sob responsabilidade eclesiástica do bispo
Dom Bernardo da Madre de Deus Tinhorão, sobre quem
pairam acusações e suspeitas, e a Arquidiocese espera
que eu me desincumba da tarefa a mim confiada,
e duas ou três costelas doloridas que me farão recuar
do trabalho ao qual fui delegado”, e assim falando
levantou-se, ainda meio capenga, e se dispôs a enfrentar
a vila inteira, se preciso fosse, mas Tchissola argumentou,
“Bom Padre, tome cuidado, pois Eyelo e eu somos
testemunhas das atrocidades que lá se cometem, e fomos,
nós mesmas, vítimas da crueldade de Dom Bernardo,
mas que é ainda cúmplice dos poderosos, que se locupletam
com o fruto dos labores da população desamparada,
e que se utilizam da própria Igreja para ocultar seus ganhos
escusos e sua ambição desmesurada pelo dinheiro fácil”,
e então Pio retrucou, “Mas devo ir, seja como for, e se preciso
enfrentarei meio mundo, mas farei meu relatório e o levarei
às autoridades da Capital, ainda que para isso tenha
em voz alta, “Isso eu não vou admitir, de modo algum,
que te percas pelo caminho, agora que encontrei,
trazido pelos anjos, meu querido Passarinho – e a moça
corou, e também corou o Padre Pio – e então, se quiser ir,
vá, mas se acautele, e leve consigo o Grilo, que estou certa
há de protegê-lo, pois é homem vivido, e saberá muito bem
e a qualquer hora distinguir o joio do trigo”, e Grilo falou,
consigo nessa hora incerta, e de fazermos o certo, ainda
que possamos correr qualquer perigo”, e, tendo sido ditas
essas coisas todas, acordou-se que ao dia seguinte Pio iria,
na companhia de Grilo, até a vila, ficando as duas moças
escondidas nalgum sítio, e oraram todos pelo sucesso
da empreita, e para que ninguém encontrasse Eyelo
e Tchissola em seu esconderijo, distante e protegido. (6-4-26)
entre os poderosos locais, que julgavam morto o emissário
da Diocese, o qual, ferido e esmolambado, e acompanhado
de um moço alto e rústico, veio pelo carreiro, mancando
e apoiado num bastão, atravessando a praça para
se apresentar na Igreja, perante o Bispo, tendo sido logo
encaminhado à sede da municipalidade, para dar conta
acometido de febre alta, e com delírios acompanhados
de convulsões, que não recomendam visitas, e que não
seja ele, em caso algum, importunado”, e assim, Padre Pio
e seu companheiro Grilo foram alojados num quartinho
estreito e mal iluminado, num albergue já quase fora
facinorosa e modos mal-educados, os recebeu a contragosto,
alojando-os de qualquer maneira e logo correndo à sede
da Casa de Câmara, para receber suas instruções, além,
naturalmente, de um bom dinheiro adiantado, e assim,
ao dia seguinte, Pio e Grilo dirigiram-se à sala de audiência,
para tratar dos assuntos de que fôra encarregado o Padre,
de notícias sobre o estado de Dom Bernardo, e a reunião
prolongou-se até metade do dia, e Pio foi convidado
a almoçar com o senhor Alcaide, que serviu frango
acompanhado de um vinho regular, e lhe apontou
num papel com timbre, as obras com as quais estava
um recolhimento para moças desamparadas, em asilo
para idosos e um pequeno sanatório de alienados, tudo
muito certo e documentado, “conforme se pode observar
nessa papelada, em que estão lançadas as contas
e as despesas, e apontados cada centavo de entradas
e saídas, e mais todas as doações feitas pelos munícipes,
sempre prontos a auxiliar nas obras de santa caridade”,
lê-los ainda nesse mesmo dia, e logo retirou-se dali,
para encontrar Grilo, que comera pão seco com água
servidos pelo estalajadeiro de maus bofes, combinando
com ele uma estratégia, qual fosse, a de que Grilo visitaria,
disfarçadamente, as instalações mencionadas por escrito,
e de tudo o que de mais haveria, e assim se recolheram
ao quartinho fétido, no segundo andar, enquanto, logo
abaixo, parecia haver algum tipo de festa, com música
muito alta e desafinada, e cantoria, gargalhadas e gritos. (6-4-26)
que conseguiu penetrar no santo edifício, e percorrendo
os cômodos, logo se deparou com os aposentos restritos
de Dom Bernardo, e, apurando o ouvido, pareceu-lhe ouvir
alguma espécie de ladainha, entoada monotonamente
com voz fanhosa, e, prestando mais atenção, distinguiu
atrás, quando ainda estava no Seminário, “Osculetur me
unguentis optima. Oelum effusum nomen tuum; ideo
adolescentulae dilexerunt te![1]”, e Pio aproximou-se
pisando macio e sem ruído até entrever pela abertura
de uma porta, um homem de idade, nu da cintura para cima,
pendurados alguns açoites e ferros de marcar, e o homem
parecia alheio ao próprio mundo, os olhos fixos nos objetos
com os quais se torturavam os negros, e que, de modo algum,
deveriam estar ali, naquela parede, naquele quarto, naquela
situação em que se encontravam, e assim Pio fez um ruído,
como limpando a garganta, e o homem voltou-se surpreso,
em sua roupagem, aprumou-se e disse com solenidade,
“In qua virtute, aut in quo nomine fecistis hoc vos?[2]”, e
sentou-se, ou se deixou cair, numa cadeira, olhando
com curiosidade para Pio, que, espantado com aquilo,
indagou, quase gaguejando, “D-Dom B-B-Bernardo?”, ao que
com expressões medievais em alemão popular, “Wafna, wafna!
e Pio, cada vez mais embaraçado, fazia rodeios para perguntar
aquilo para o que fôra enviado (pois quanto à saúde mental
de Dom Bernardo, não havia dúvida de que o assunto estava
mais do que liquidado), mas reuniu coragem, e acabou por
indagar da situação das contas da Diocese, explicando
do modo mais simples a situação, embora desesperançado
em que parecia submergir-se a mente do bispo, a essa altura
completamente à vontade e desembaraçado, e que falou
num tom de voz empolado, “Quae fremuerunt gentes, et populi
“Astiterunt reges terrae, et príncipes convenerunt in unum,
quem unxisti, Herodes, et Pontius Pilatus, cum gentibus, et
populis Israel, facere quae manus tua et consilium tuum
decreverunt fieri.” E puxando Pio pela manga, segredou-lhe
quase num murmúrio, “Et nunc, Domine, respice in minas eorum,
quod manum tuam extendas ad sanitates, et signa, et prodigia
fieri per nomen sancti filii tui Iesu.”, e piscou-lhe um olho,
o que se passava, e desvencilhando-se daquela situação,
deixou o velho bispo a sós com seu conciliábulo, e percorreu
de volta o caminho, não sem antes se deter por um momento
na capela, onde lhe pareceu que também o Cristo do altar,
em seu silêncio de séculos, piscava-lhe também ele um olho,
“Vesper adest, iuvenes, consurgite: Vesper Olympo, exspectata
ades o Hymenaee![6]”, e o entardecer caía melancolicamente
sobre aquela vila de homens gananciosos e desviados. (6-4-26)
e ambos trocaram as impressões do dia, fruto
de suas pesquisas, e Grilo contou-lhe que as obras
de caridade e filantropia, mencionadas nos papéis
da Câmara, simplesmente não existam, ou melhor,
nas aforas da vila, assim como o asilo de idosos
e o hospício de alienados, e finalmente, quanto
à casa de recolhimento de moças, ah, essa existia,
e tanto existia, como ainda era muito frequentada,
em sobrado apartado muito bem construído, e com
instalações de dar inveja à própria estalagem, onde
estavam os dois hospedados, quase como se tivessem
sido para ali recolhidos, e Pio lhe contou de seu encontro
com o bispo, e do modo como, em sua loucura, ele
lhe falara em linguagem cifrada, deixando implícita
ao anspeçada, passando por juízes, tabeliões, soldados,
donos de minas e fazendas, e mesmo certas senhoras
que, conquanto muito respeitadas, escondiam, como se
por baixo das saias, todo um mundo de desvios, de truques,
de safadezas e vai saber quantas coisas asquerosas mais! (6-4-26)
em voz baixa, como se as paredes tivessem ouvidos,
e dizia o Juiz Corregedor, “Não me agrada a presença
desse estranho, esse Padre Pio, a fuçar os livros em busca
de qualquer erro que nos possa incriminar”, e o Alcaide,
exatos, tudo lançado direitinho, o orfanato, o recolhimento
das moças, o asilo e o hospício, mas me parece que ficou
pouco convencido”, e o Mestre de Campo, “Soube de fonte
certa que tentou encontrar-se com Dom Bernardo, e se
conseguiu ou não, isso é incerto”, e o Sargento Mór,
pode ter o depoimento de um alienado?”, e assim
falavam, visivelmente preocupados, “E onde se meteu
o outro, aquele alto, que com ele aqui chegou, e ficou
na mesma estalagem hospedado?”, “Pois dizem que foi
visto perambulando nas aforas da vila, a colher ervas
e caramujos nas casas abandonadas”, “Rapaz esquisito,
“Penso que é vesgo, ou retardado”, e continuavam,
“Precisamos pensar o que faremos com o Padre, pois
sinto perigo no ar, e ele já nos escapou do atentado,
quando levou uma surra de criar bicho e, mesmo com
o braço quebrado, ainda encontrou meio de chegar
à vila, com o ar mais descarado””, “Deixemos que conclua
para o Episcopado, tomando ciência de tudo, e depois
cuidaremos dele, de um modo que nunca mais se recupere,
e que fique para sempre inutilizado”, e concordaram todos,
e ergueram um brinde, agradecendo a Deus a boa hora
de terem todos se encontrado, com seus desígnios
de bons piratas, sempre dispostos a assaltar o erário. (7-4-26)
com Dom Bernardo, em sua linguagem hermética, de quem
tinha o juízo preservado em algum canto, mas com acesso
obliterado, e o bispo dizia, “Cuius est imago haec, et
de prata, “Dicunt ei: Caesaris. Tunc ait illis: Reddite ergo
vobis![8]”, “...et mulier defuncta est! In ressurrectione ergo
chorar copiosamente, se lamentando, “Ecce tu pulchra
a ponto de molhar a própria camisola que vestia, e depois,
baixa e trêmula, “Tunc congregati sunt príncipes sacerdotum
dicebatur Caiphas: et concilium fecerunt ut Iesum dolo
tenerent, et occiderente[11]”, e então, fitando diretamente
os olhos de Pio, completou, “Tristis est anima mea usque
a mão que segurava Pio, voltou ao delírio costumeiro,
erat autem mulier pulchra valde...[13]”, e atirou-se na cama,
chorando como uma criança de berço, e Pio afastou-se
e foi embora, com a sensação certa de que alguma coisa
estava sendo tramada contra ele e contra a Arquidiocese. (7-4-26)
e detalhava em páginas e mais páginas, muito bem
escritas e documentadas (inclusive com testemunhas
que Grilo “entrevistara” casualmente), os abusos
cometidos pelo bispo Dom Bernardo contra suas
jovens escravas, em especial Eyelo e Tchissola, além
dos desvios, principalmente de impostos devidos,
mantidas por ela, sendo o dinheiro guardado e dividido
entre os poderosos da vila, visivelmente empobrecida,
enquanto uns poucos se refestelavam numa riqueza
muito mal adquirida, e Pio relatou tudo, nomes, datas,
quantias, locais, e o fez com tal riqueza de detalhes,
e correção daquilo que era contado, e assim, após
duas ou três semanas de árduo trabalho, considerou
cumprida sua tarefa, e se dispôs a deixar a vila
quanto antes, pois o ambiente por ali estava cada vez
mais carregado, e preparou-se para a viagem, mas não
sem antes entregar a Grilo uma cópia completa
do trabalho, com a recomendação de sair antes,
à Arquidiocese na Capital, para entregá-la nas mãos
das autoridades competentes, caso acontecesse
alguma coisa com Pio, ou que algo saísse errado,
e assim despediram-se com um abraço, e Grilo deixou
a estalagem ainda de madrugada, sem fazer barulho,
e tomou a toda pressa por um caminho que estudara,
com o volumoso relatório em mãos, e correndo tanto
quanto podia, como se tivesse o diabo em seu encalço. (7-4-26)
entrando pelos fundos, como fazia, e encontrou o bispo
em sua loucura habitual, a citar trechos inteiros em latim
dos Evangelhos, dos Salmos, das Profecias, num delírio
que não cessava, e com os olhos como que embriagados,
Propter hoc amplius accipientis iudicium![14]”, e “Vae vobis,
sepulchris dealbatis, quae a foris parente hominibus
speciosa, intus vero plena sunt ossibus mortuorum, et
omni spurcitia![15]”, e ele brandia o punho em frente à janela
estis hypocrisi et iniquitate! Vae vobis, scribae et pharisaei
hypocratae![16]”, e ao ver Pio, correu para ele, ajoelhou-se
e disse, “Ecce dimidium bonorum meorum. Domine,
quadruplum![17]”, e então Pio o fez levantar-se e despediu-se
dele, deixando-o a sós no seu mundo particular, mas,
o esperavam nos fundos da casa, furiosos com a iniciativa
que tivera de procurar Dom Bernardo, e exigindo explicações
de sua conduta, ao que Pio explicou-lhes que se tratava
apenas de caridade, e que o bispo realmente estava louco,
e do que ele dizia nada se aproveitava, e que em seu
relatório havia de recomendar sua remoção, e que
enviassem novo bispo àquela Diocese, ao que os homens
e o amor que tinham pela eclesial figura, tentando
demovê-lo de seu propósito, enquanto Pio insistia que não
era possível manter em cargo tão importante uma pessoa
que já não dizia coisa com coisa, e cujo juízo estava,
como podia observar quem quisesse, visivelmente alterado,
das mãos o relatório, acabaram por rasgar as páginas em que citava
Dom Bernardo, que caíram ao chão, misturando-se ao pó e barro,
e sendo rapidamente pisadas “involuntariamente” pelos homens,
que, imprecando contra Pio, ainda furiosos, se retiraram,
e ali ficou Pio, a catar as folhas do chão, rasgadas e enlameadas,
despedida, e assim correu à estalagem, para juntar seus poucos
pertences, e fazer-se ao largo, como se diz, pois antevia
problemas mais sérios, caso permanecesse na vila por mais
tempo do que a prudência mandava, e Pio tomou a estrada,
com sua matula a tiracolo, e se dispôs a vencer as distâncias
que o separavam da Capital no menor tempo possível. (7-4-26)
dos dois homens, num abrigo que improvisaram
à beira de um córrego, afastado da vila, onde
não havia risco de que alguém pudesse achá-las,
e Tchissola dizia, “Veja, querida amiga, que Cristo
curou o cego cuspindo no solo e misturando
sua saliva ao pó da terra[18], veja que ele entregou
a Eucaristia na forma de pão e vinho[19], veja
do divino e do incriado, e o próprio homem
foi tirado da lama, ele não foi criado, como
o resto do universo, mas foi feito com as mãos
de Deus, com o sopro e a mente de Deus, que o fez
como quem faz uma poesia, e nele Deus colocou
suas joias, seus carismas, e por isso o homem
viva, inseparáveis, entretecidos, uma unidade
trinitária, com a inclusão do Espírito, o coração
espiritual, destinado a brilhar na escuridão,
mas o homem tornou-se treva, incapaz de captar
ou compreender a luz, e por isso Deus envia
seus testemunhos, os testemunhos da Luz,
que “veio como testemunha, para dar testemunho
e ele não era a luz, mas apenas a testemunha da luz,
pois a luz verdadeira, aquela que ilumina todo homem,
estava chegando ao mundo[21]”, pois Deus não excluiu
o mundo, mas amou o mundo[22], pois o mundo foi feito
por Ele, mas o mundo não o reconheceu, e assim
ilumina cada homem chegado a esse mundo,
é um sacramento e um mistério, e não diminui
a personalidade, nem a vontade, nem as características
físicas da pessoa que se abre para Deus, mas nega
a treva do individualismo, do egoísmo, desde que
isso seja feito com toda a liberdade, pois só então
qualquer coisa que não seja feita de forma livre
e consciente, não tem valor pessoal, ainda que
seja a mais extrema ascese e o mais duro sacrifício,
e o próprio Cristo teve que aceitar a Cruz no Getsêmani[23],
como antes sua Mãe já havia aceitado o Anjo,
que lhe anunciara em espírito a gestação do Filho. (10-4-26)
do desenvolvimento do trabalho na vila, e da situação
do Padre Pio, que temia, justificadamente, pela vida,
e, depois de montar uma matula para viagem, com
pão seco e carne de sol, e retomou o caminho
a toda pressa, deixando Eyelo quase em transe,
de preocupação com seu Passarinho, e ela levantou-se
e não pode enfrentar sozinho os lobos cruéis da vila,
que irão despedaçá-lo como um cordeirinho”, mas
Tchissola ponderou que de nada adiantaria, senão
para complicar ainda mais as coisas, com a presença
da escravizada fugida, que certamente seria presa
e devolvida a Dom Bernardo que, de vingança,
sabe-se lá o que faria, e Eyelo deixou-se cair ao solo,
a chorar, e desabafou tudo o que lhe ia no peito,
dizendo, “Passarinho, Passarinho, como o amo,
como o estimo!, mil vidas teria eu, mil por ele daria,
para voltar a ver seus olhos de menino, para tocar
suas mãos tão puras de mestiço brasileiro, para
beijar-lhe os lábios, para deitar-me com ele, para
lhe dar a minha virgindade tantas vezes perdida,
que nasci, que haveria de um dia encontrá-lo, para,
somente em seus braços, ser eu a mulher e a menina
que vim ao mundo para ser, e a seu lado viver a plenitude
do amor máximo que Deus concede ao mundo, para
com ele repartir esse amor com o universo, para com ele
sermos a canção que canta as maravilhas da criação,
e um só coração, unido por um amor tão profano,
aquele tipo de amor que só é compreendido por Cristo!”. (10-4-26)
[1]
Cântico dos Cânticos 1: 1-2. (“Beije-me com os beijos de sua boca! Seus amores
são melhores do que o vinho, o odor de seus perfumes é suave, seu nome é como
óleo escorrendo, e as donzelas se enamoram de você...”).
[2]
Atos, 4: 6 (“Com que poder, ou em nome de quem, vocês fizeram isso?”).
[3] Carmina
Burana, Ego Sum Abbas. (Wafna! Wafna! Que fizestes, ó sorte traiçoeira?
Destruístes as alegrias de nossas vidas!”)
[4]
Atos, 4: 25 (“Por que se amotinam as nações, e os povos planejam em vão?”).
[5]
Atos 4: 26 (“Os reis da terra se insurgem e os príncipes conspiram unidos
contra o Senhor e contra o seu Messias.”).
[6]
Catulo, Triunfo de Afrodite (“Chega a noite, levantem-se jovens: agora é
a Véspera do Olimpo, afinal levanta-se a luz tão esperada!”.) Obs. Hímen é o
próprio Deus do casamento, ou Himeneu.
[7]
Mateus 22: 20-21 (“De quem é a figura e inscrição nesta moeda?” Eles
responderam: “É de César.” Então ele disse: “Pois dêem a César o que é de
César, e a Deus o que é de Deus”)
[8]
Mateus 23: 13 (“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas!”)
[9]
Mateus 22: 27-28 (“E morreu também a mulher. Na ressurreição, de qual dos sete
ela será mulher?”).
[10]
Cântico dos Cânticos 1: 14 (“Como és bela, meu amor, como és bela!”).
[11]
Mateus 26: 3-4 (“Naquela ocasião os chefes dos sacerdotes e os líderes
religiosos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era
Caifás, e juntos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo”).
[12] Marcos
14: 34 (“Minha alma está numa tristeza de morte. Fiquem aqui e vigiem”).
[13]
2 Samuel, 11: 2 (“Davi, foi passear no terraço do palácio real. Do terraço, ele
viu uma mulher tomando banho. Ela era muito bonita”).
[14]
Mateus 23: 14 (“Ai de vocês, doutores da Lei e fariseus hipócritas! Vocês
exploram as viúvas, e roubam suas casas e, para disfarçar, fazem longas
orações! Por isso, vocês vão receber uma condenação mais severa”).
[15]
Mateus 23: 27 (“Ai de vocês, doutores da Lei e fariseus hipócritas! Vocês são
como sepulcros caiados: por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios
de ossos de mortos e podridão!”)
[16]
Mateus 23: 28 (“Assim também vocês: por fora, parecem justos diante dos outros,
mas por dentro estão cheios de hipocrisia e injustiça”).
[17]
Lucas 19: 8 (“A metade dos meus bens, Senhor, eu dou aos pobres; e, se roubei
alguém, vou devolver quatro vezes mais”).
[18] João
9: 6.
[19]
Lucas 22: 19-20.
[20]
João 4: 39 (“Muitos samaritanos dessa cidade acreditaram em Jesus, por causa do
testemunho que a mulher tinha dado”).
[21] João
1: 7-9.
[22]
João 3: 16.
[23] Marcos
14: 36, Mateus 26: 39.
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